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Entrevista – Yara Guasque

segunda-feira, setembro 20th, 2010

Confira a nossa entrevista da semana com Yara Guasque, artista multimídia e professora da Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC. Ela é mestre em Literatura pela UFSC e doutora em Comunicação e Semiótica pela PUCSP. Coordena o grupo de pesquisa do CNPq Telepresença em ambientes imersivos, participativos e interativos. Já coordenou os grupos de pesquisa o Perforum Desterro que (performances de telepresença) e o Grupo Interações Telemáticas . Foi pesquisadora visitante no Media Interface and Network Design da Universidade Estadual de Michigan, MSU, EUA; e participou em 2006 da exposição de instalações interativas Emparedados.

Você coordena o grupo de pesquisa Telepresença em ambientes imersivos, participativos e interativos. Fale um pouco sobre os últimos projetos do grupo:

Bom, o grupo foi criado em 2003/2004. Desde o início as pesquisas focaram ambientes participativos, e considerava inputs voluntários e involuntários. Como todo grupo de pesquisa, tivemos participantes efetivos e outros flutuantes como estudantes de graduação, bolsistas de iniciação científica, mestrandos, bolsistas PROMOP do mestrado, artistas doutores de outras instituições e artistas residentes no exterior. As áreas compreendidas eram artes visuais, engenharia elétrica, ciência da computação. Busquei também uma colaboração com outros centros e em outros laboratórios como o LISHA da UFSC, que delineou o sistema embarcado que usaríamos no projeto Plataforma Multiusuário Estação Carijós. O sistema não pode ser instalado como prevíamos e conseguimos uma liberação oficial apenas para coletarmos dados audiovisuais no manguezal do Itacorubi. Como não conseguimos permissão para coletar os dados biológicos da fauna e da flora, focamos o projeto na participação aberta da comunidade e na ação da sociedade civil frente às ameaças do mangue. O convite à participação era uma forma dos estudantes contatarem a região, chamando à conscientização. Atualmente, com Cristina Cardoso e Edgar Carneiro, que atuaram como bolsistas de iniciação científica até julho deste ano, estruturamos a participação aberta à comunidade através da rede social do NING para que a população possa postar coletas audiovisuais sobre os mangues. Específicamente focamos o Manguezal Itacorubi que é considerado um dos maiores manguezais no mundo em área metropolitana, localizado nas redondezas da universidade. Dentro do leque maior, realizamos individualmente ou em colaboração com outros artistas e programadores (minha instalação Mar Memorial Dinâmico contou com Vilson Vieira, Oriel Frigo, Alan Fachini e Dino Magri que desenvolveram a interface) instalações que também se nutriram da pesquisa do grupo e que estarão expostas junto ao Ciberestuário Manguezais na exposição que intitulamos Pneumatóforos, na Fundação Cultural Badesc, Rua Visconde de Ouro Preto 516, Florianópolis, entre 30 de setembro e a 12 de novembro. Em Pneumatóforos o Ciberestuário Manguezais estará exposto como uma espécie de escritório que servirá para postar na plataforma o material audiovisual coletado pela população sobre os mangues e projetá-los no ambiente.

Você é professora do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC. Que tipos de questões têm sido trabalhadas por seus alunos? Quais as ferramentas/tecnologias estão sendo utilizadas ou desenvolvidas?

Nosso programa, o PPGAV do CEART/UDESC, contempla três linhas de pesquisa: Processos Artísticos Contemporâneos, Educação em Artes Visuais e Teoria e História das Artes Visuais. Como a linha na qual atuo (Processos Artísticos Contemporâneos) é ampla, tenho de abarcar um largo espectro de atuação. A disciplina que leciono no programa de mestrado “Artes Imersivas: interfaces e implicações estéticas e políticas”, ou mesmo os seminários, tentam dar este panorama da transformação de uma arte pensada como multimídia para uma arte pensada como um sistema que reage em tempo real a um input que pode ser involuntário. Ao longo destes anos formatei uma divisão do conteúdo em três seminários: Do hipertexto à Multimídia, Da multimídia às instalações interativas e Das instalações interativas à live art. Tento explanar os conceitos, as estéticas sistêmicas e as endêmicas, as interfaces implicadas nesta produção e a discussão que concerne à autoria, colaboração, metareciclagem, visualização e armazenamento de dados. A disciplina é atualizada todos os anos e neste semestre estou tentando dar mais atenção às raízes históricas da produção em arte digital, assim estamos trabalhando principalmente com o livro do Siegfried Zielinski, Deep Time que adquiri em 2007, e do Steve Dixon, Digital Performance além do Transcinema organizado pela Katia Maciel. Sobre as ferramentas utilizadas propriamente, este primeiro semestre organizei um curso de extensão chamado “Oficina de Arte e Tecnologia” aberto à comunidade e que serviu de reforço à disciplina que lecionei na graduação, “Instalação Multimídia”. Nesta oficina eu e Vilson Vieira lecionamos e contamos com o apoio dos grupos de pesquisa MuSA, Multimídia, Sistemas & Artes, da ciência da computação de  Joinville, e GPTaipi, do ceart, grupo de pesquisa em Telepresença em ambientes imersivos, participativos e interativos. Focamos o arduíno, software e hardware livres e componentes eletrônicos. Achei que foi um passo podermos unir estes dois grupos, mas nunca se sabe o quanto estas iniciativas são continuadas a nível institucional. A oficina funcionou entre as cidades de Florianópolis e Joinville e terminou com uma exposição que chamei de “Mímesis Mülleriana”, com resultados surpreendentes. Amadurecemos os conceitos artísticos e as maneiras exibitivas das instalações. Apesar das reclamações dos estudantes que requerem estúdios labs com softwares atualizados, monitores à disposição e disciplinas que desenvolvam habilidades, acompanhando a discussão internacional no Leonardo Education Forum este agosto, no ISEA2010 em Dortmund, chego à conclusão que estamos na linha da água. Ou se privilegia a aquisição de habilidades e o desenvolvimento de linguagem através das possibilidades de algumas ferramentas, ou se foca o conceito da arte produzida com estas e outras ferramentas. O caminho que me parece claro e mais longo é o da alfabetização dos estudantes de arte quanto às linguagens de programação e da alfabetização dos estudantes de ciência da computação da tradição da linguagem artística. Afinal temos séculos de tradição e é difícil resumirmos tudo em um pacote que caiba em poucos meses. Chegaremos lá!

Entre os trabalhos inscritos no Festival Conexões Tecnológicas 2010, você destacaria algum? Por que?

Bom, teria muitos outros trabalhos para comentar, pois me parece que esta geração se apropria da tecnologia de uma maneira menos mística e mais natural, que difere das anteriores. Mas o Campo Controverso, de Pablo Paniagua e Lilian Minsky é muito simples. Diríamos simples demais e sofisticado ao mesmo tempo, de uma exuberância escultórica. Dois ventiladores, face a face, tencionam uma linha que os une. Ambos são empurrados para fora do campo devido aos vetores do vento que sopra em direções opostas. Gostaria de comentar também o trabalho de Jeraman e de Filipe Calegario, o Marvim Gainsbug. O software é uma mistura de máquina e artista e tem uma relação com a  pesquisa de Artur Matuck de 1998. Artur na época pesquisava sobre as análises semânticas de textos considerados poéticos, sobre as possibilidades de escritas combinatórias de LLul e as maquínicas realizadas por softwares capazes de compor textos poéticos. O que está implícito em Marvin é a questão da autoria (quem é o autor na música, o programa ou o autor do programa?) e da programação como uma escrita cifrada capaz e sensível o suficiente para tomadas de decisões de ordem subjetiva e estética, e o que é mais inusitado, capaz de se auto observar, o que é muito uma referência do humano (ser um observador externo e interno ao mesmo tempo). Isto fica mais claro no trabalho mais recente de Jeraman, Ada. Gosto especialmente de Marvim por ser  muito pontual um software que se nutra da rede e do twitter para compor música. Podemos atribuir a Marvim talento, criatividade e inovação ou a Jeraman e Filipe Calegario? Esta ambivalência declina muito dos pressupostos do que consideramos artístico e aí reside a força do trabalho.

Os finalistas do Conexões Tecnológicas 2010 serão divulgados até o dia 30 de setembro. Conheça os trabalhos inscritos e debata sobre a produção universitária em nosso ning. Siga o Festival também no facebook e no twitter.

Virando Cyborg

terça-feira, agosto 3rd, 2010

O post de hoje vem direto do site Hackaday, uma fonte de pesquisa cheia de tutoriais interessantes para desenvolver projetos do tipo “faça você mesmo”. Martin Magnusson é um pesquisador da área de inteligência artificial e desenvolveu um computador “vestível”. A máquina é composta de um par de óculos de vídeo Myvu Crystal, um computador BeagleBoard (ele ensina aqui como montar) executando Angstrom Linux, um teclado dobrável bluetooth Nokia SU-8w, um iPhone no bolso e quatro pilhas AA. Cada componente é preso a um cinto de ombro feito de couro e velcro. O resultado não é nada sutil, mas é bem viável de fazer o seu e sair para passear por aí.

Inscreva-se no Conexões Tecnológicas 2010 até 06 de agosto. Conheça os trabalhos inscritos e debata sobre a produção universitária em nosso ning. Siga o Festival também no facebook e no twitter.

Organograma + Coletivo 24h, Cromocinética, 2010

sexta-feira, julho 16th, 2010

Organograma + Coletivo 24h

FAUUSP | Arquitetura e Urbanismo

Área de participação: Artes

Sinopse do trabalho:
Performance audiovisual que integra três agentes: com um software especialmente construído em Pure Data, o áudio, editado ao vivo, é traduzido em informações geométricas em tempo real. As formas resultantes, sempre em cores puras, controladas via midi, somam-se a vídeos produzidos pelo coletivo, também escolhidos ao vivo. O resultado é uma galáxia sinestésica de cor e som, a celebração da vida através do reprocessamento do cotidiano.

Para que fim foi realizado?
Pesquisa.

Canais pessoais:

Site Coletivo 24h: http://coletivo24h.pravida.org/

Myspace Organograma, música 2005 -2010:  http://www.myspace.com/organograma

Video Organograma – Learning from Las Vegas I:  http://il.youtube.com/watch?v=mG2IKGIzZ3c

Video Cromocinética versão “Redux” (10 minutos):  http://il.youtube.com/watch?v=_ZsqAX7roBM

Resumo do curriculum:
O Organograma é conduzido pelo artista multimídia Fernando Bizarri, graduando em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP, que sampleia da religião à TV em sua produção musical. Teve trabalhos lançados pelo netlabel Psicotropicodelia antes de unir-se ao Coletivo 24h, formado pelos arquitetos Amer Moussa e Ariane Stolfi, produzindo vídeos, colagens e intervenções urbanas modulares. O coletivo destacou-se na programação do MIS duante a Virada Cultural 2010.

Graffiti Motion

quinta-feira, julho 15th, 2010

O software Graffiti Analysis 2.0 foi criado com a intenção de visualizar e documentar a escrita de um grafite. Os dados são gravados, analisados e arquivados no site 000000book.com. Lá, diversos estilos de escrita de “tags” – as assinaturas dos grafiteiros – podem ser vistas. Gente de peso do grafite internacional, como SEEN, TWIST, AMAZE e KETONE participam do projeto, que pretende criar o maior arquivo de “graffiti motion” do mundo e tudo em código de programação.

Graffiti Analysis 2.0 foi desenvolvido pelo artista e pesquisador Evan Roth, que participou do projeto EyeWriter, premiado no ARS Eletrônica Prix deste ano. Atualmente ele desenvolve um trabalho que converte o movimento de escrita das tags em esculturas 3D. A obra está em exposição no Festival de Design Interativo “les grandes traversées”, na França.

Inscreva-se no Conexões Tecnológicas 2010 até 06 de agosto. Conheça os trabalhos inscritos e debata sobre a produção universitária em nosso ning. Siga o Festival também no facebook e no twitter.

Meego

quarta-feira, julho 14th, 2010

A Nokia e a Intel resolveram se unir para criar um novo sistema operacional open-source para tecnologias móveis. O software Meego, baseado em Linux, visa competir com o Android e o webOS. Já foi lançado para os telefones Aava e Nokia N900 e está sendo desenvolvido para netbooks, aplicações em veículos, televisão e vários outros dispositivos de comunicação. No site do Meego, você pode fazer o download do Meego 1.0, bem como fazer parte da comunidade que desenvolve a próxima versão do software de forma colaborativa.

Inscreva-se no Conexões Tecnológicas 2010 até 06 de agosto. Conheça os trabalhos inscritos e debata sobre a produção universitária em nosso ning. Siga o Festival também no facebook e no twitter.

Silvana Rezende, Salvador e Luanda, 2009

quarta-feira, julho 14th, 2010

Silvana Rezende

UFBA/IHAC | Artes

Área de participação: Artes

Sinopse do trabalho:
Trabalho interativo experimental usando o software PureData. As cidades Salvador no Brasil e Luanda em Angola são representadas graficamente e marcadas em seis bairros que correspondem a seis letras no teclado que quando acionados nos permite ouvir os sons das cidades.

Para que fim foi realizado?

Trabalho de final de semestre do componente curricular AÇÃO ARTÍSTICA II.

Canais pessoais:

http://vimeo.com/user2773839

http://www.acaoartistica2009.blogspot.com/

Resumo do curriculum:
Silvana Rezende é videasta, estuda Artes na UFBA/IHAC desde o primeiro semestre de 2009. É bolsista Pibic/Cnpq e participa dos grupos de pesquisa Cultura/Identidade e Ecoarte (www.ecoarte.info) Arte, Tecnologia e Meio Ambiente, este último coordenado pela Professora Karla Brunet. Após cursar o componente “Ação Artística II” começou a pesquisar interatividade usando o Pd (PudeData). Já fez Oficina na Escola Internacional de Cine y TV em Cuba e outros cursos na área de artes, tecnologia, audiovisual.

Carlos Alberto Donaduzzi, Overlaps, 2009

terça-feira, maio 18th, 2010

Carlos Alberto Donaduzzi

UFSM | Artes Visuais

Área de participação: Artes

Sinopse do trabalho:
Sobreposições aleatórias com temas definidos ao acaso. Muitas destas fotografias são realizadas sem a preocupação de observar no visor da câmera o futuro resultado. A temática urbana é o ponto principal neste trabalho, unindo diferentes cenários, através de transparências para criar uma atmosfera fictícia no momento em que ocorrem estas junções. Overlaps refere-se a um trabalho realizado com fotografia digital e posteriormente software de edição de imagens. Com isso, busco trazer características e técnicas do processo analógico utilizando meios digitais.

Para que fim foi realizado?
Desenvolvimento de pesquisa acadêmica.

Canal pessoal:

http://carlosdonaduzzi.carbonmade.com

Resumo do curriculum:
Aluno do Curso de Bacharelado em Artes Visuais da Universidade Federal de Santa Maria. Desenvolvo pesquisa na área de fotografia e em Design de Superfície, Integrante do LABART (Laboratório de Pesquisa em Arte e Tecnologia, arte contemporânea e mídias digitais) e participante do Grupo de pesquisa Arte e Tecnologia/CNPq.

Para hackear a vida

quinta-feira, maio 13th, 2010

O blog Hack a Day é uma ótima fonte de pesquisa para quem quer realizar projetos que utilizem-se de tecnologias que possam ser desenvolvidas caseiramente.  Lá são publicados diariamente tutoriais sobre assuntos diversos como dicas para hackear playstations, gameboys e câmeras digitais, desenvolvimento de robôs e até um pombo-correio-eletrônico (na tag lifehacks). Acompanhe o blog: alguma dessas dicas do tipo “faça você mesmo” pode servir para os seus trabalhos de arte e design digital.

E como a tecnologia multitouch é uma grande tendência, escolhemos um post do blog Hack a Day sobre o sistema de interação Bonfire para comentar por aqui.

Bonfire é uma interface composta de dois mini projetores, duas câmeras e espelhos aclopados na traseira de um laptop. Funciona assim: Os projetores exibem informações sobre uma superfície qualquer enquanto a câmera monitora a área de interação. Dentro dessa área, a interface é capaz de reconhecer mãos (toque e gestos) e dispositivos como smartphone e fones de ouvido. Como resultado, é possível transferir fotos de um smartphone para o laptop arrastando-as com os dedos pela superfície ou pausar uma música apenas colocando seu fone de ouvido sobre a mesa. O sistema foi criado pela Escola de Informação da Universidade de Washington.

Festival Conexões Tecnológicas 2010 – mais detalhes, aqui.

Já fez a sua inscrição? A data limite é 18/06.

Veja os trabalhos que já estão inscritos nessa edição.

Clique aqui e debata sobre Artes e Design.

Música e Vídeo Interativo em PD

quarta-feira, maio 5th, 2010

Performance EILE, do artísta francês Yroyto

Performance do Duo N-1 (Giuliano Obici e Alexandre Fenerich) no Festival Live Cinema

Para quem já desenvolve ou quer desenvolver projetos de instalações interativas ou performances multimídia, o Curso de Música e Vídeo em PD é uma boa oportunidade. Ministradas pelo artista e professor Giuliano Obici, as aulas terão enfoque na interação entre dispositivos e interfaces através do software livre Pure Data. Para quem não conhece, o PD é um ambiente de programação gráfica para áudio e vídeo fundamentado em C++, que processa dados em tempo real.

Além de todo o conhecimento técnico e teórico necessário para a utilização da ferramenta, o curso também pretende abordar aspectos da arte digital, DJing e VJing. Não perca!

Local: SESC PinheirosGrátisInscrição no balcão da Internet Livre, 2º andar.

Data: 05 a 26 maio, quartas e sextas, das 15 às 18h

Festival Conexões Tecnológicas 2010 – mais detalhes, aqui.

Já fez a sua inscrição? A data limite é 18/06.

Veja os trabalhos que já estão inscritos nessa edição.

Clique aqui e debata sobre Artes e Design.

OSRO, Multipoiesis Aestouch, 2009

segunda-feira, abril 19th, 2010

OSRO

BA | Bacharelado em Artes Visuais

Área de participação: Artes

Sinopse do trabalho:
Mesa multitouch, aplicativos interativos musicais. feito com softwares opensource.

Para que fim foi realizado?
Pesquisa pessoal em HCI (human-computer interaction) para as artes, apresentado para a disciplina de Multimeios.

Canais pessoais:

http://vimeo.com/2307722

http://www.facebook.com/profile.php?id=1196528649

http://otaviosavietto.deviantart.com/

http://vimeo.com/user958966

Resumo do curriculum:
Artista de Novas Mídias, designer de interfaces e computação física com um background nas artes, estudou computer animation no Canadá.
Atualmente pesquisa artes interativas, arte generativa, estética relacional e processos colaborativos.

Jeraman e Filipe Calegario – Marvim Gainsbug, 2009

segunda-feira, março 15th, 2010

Jeraman e Filipe Calegario
UFPE | Ciência da Computação

Área de participação: Arte

Sinopse do trabalho
Marvim Gainsbug é um software, desenvolvido em Processing, em 2009, que atua baseado no Twitter, que tem como objetivo compor e executar canções, com letra e música, em tempo-real. O tweets se transformam em versos que serão interpretados pela marcante voz de Marvim. A melodia, a harmonia e o ritmo são diretamente influenciados pelas palavras que compõem os “versos”. Para tanto, basta que o visitante diga em um microfone qual a temática da sua canção.

Para que fim foi realizado?
Trabalho do grupo de pesquisa em Interação, Midialogia e Arte.

Canais pessoais:
http://www.flickr.com/photos/jeraman/sets/72157623475884795/
http://vimeo.com/10076006
http://myspace.com/marvimgainsbug
http://www.slideshare.net/jeraman/marvim-gainsbug-3400137

Resumo do curriculum
Filipe Calegario é pesquisador, músico e artista multimídia, graduando em Ciência da Computação pela UFPE. Membro de um dos 5 grupos selecionados pelo Nokia Push N900, apresentou trabalhos em eventos como o Nokia Push Showcase e a Digital Sensations do Museu Victoria & Albert, ambos em Londres, em 2010. Jeraman é bacharel em Ciência da Computação pela UFPE, pesquisador, Creative Developer e artista multimídia. Em 2009 foi premiado com o Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética.